Monto cavalos de prata
Monto cavalos de vento

Marília Gonçalves

sábado, 5 de março de 2011

participem, enviem pedacinhos da vossa sensibilidade

desafio ao saber e à sensibilidade dos que montam ou sentem
  próximos do mundo do cavalo

                                                     DESAFIO: O CAVALO

Enviem textos, poemas,quadras populares, fotos, desenhos, obra da vossa lavra, que os trabalhos serão todos depois de passarem por mim, lidos pela Katia, que dirá a qual deles foi mais sensível.
O vencedor terá como prémio uma caixa de bombons, que será enviada no 1° dia de verão.
Ficamos à vossa espera em  poesia01@wanadoo.fr
até breve
Marília

Marília continua a desafiar-vos:

Há tanto que dizer sobre cavalos, tantos mitos, tanta página de história, tanta aventura, tanto atravessar do tempo e de paisagens, tanta imaginação a soltar à desfilada, por mundos nunca percorridos, ou somente através do sonho sonhar. Tanta imagem a colher, tanta fotografia a dar voz, a esse magnifico animal, que é o cavalo que foi cavalo de guerreiro, cavalo de trabalho, cavalo de passeio e de desporto. Cada cavalo, uma história a contar, a partilhar com os que conhecem este belo animal e com todos os que não o conhecendo ainda, através de vossas narrativas e imagens, vão descobrindo esse mundo fabuloso, apaixonar-se para sempre pelo Cavalo, seja qual for a sua raça
Lusitano, Friso, Árabe, Andaluz, será uma descoberta de predicados, inerentes a cada cavalo.
Deixo-vos hoje o parecer apaixonado de alguém pelo Cavalo Árabe: Deus agarrou então daquele vento um punhado e criou um cavalo a quem disse:

« Nomeio-te e crio-te Árabe”.




Quanto a mim, um dos maiores problemas, que pode encontrar um aluno principiante em equitação, com os cavalos dos clubes hípicos ( que aqui por França até são acessíveis, para quem está empregado, claro) é o facto dos cavalos estarem "viciados" pelos maus hábitos adquiridos, com os variadíssimos alunos que os montam. Os principiantes, dão ordens contraditórias ao cavalo, quer pelo uso abusivo das rédeas, das esporas, do corpo, das pernas, da direção do olhar, tudo isto numa desordem de comandos que pzerturbam os cavalos. Claro que um cavaleiro experiente, consegue ultrapassar estas dificuldades, sem problema.
O cavalo percebe perfeitamente, quem o monta, se as instruções que lhe dá são coerentes ou contraditórias e claro, se apanha com um aprendiz mais azelha, faz troça dele, fazendo o que muito bem lhe apetece. Com todas as consequências que de tal podem advir.

Marília

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